Carteira de trabalho
Analista Pleno
R$ 9.200 / mês
CLT. Fintech brasileira. Cargo registrado conforme tabela interna de RH.
GitHub — últimos 12 meses
847 commits
TypeScript 62% · Python 24% · Shell 14%
312 pull requests aprovados. Pipelines de CI mantidos. Código em produção servindo usuário final.
Mesma pessoa. Mesmo ano de trabalho.
Esse é o gap. Não é técnica.
É travessia.
A história
Eu fiz a travessia faz alguns anos. Doeu mais do que precisava. Não porque era difícil tecnicamente — era. Mas porque eu passei um bom tempo achando que o problema era técnico, quando na verdade era de tradução.
O código que eu escrevia aqui era o mesmo código que a empresa lá fora precisava. Só que eu não sabia contar essa história. Não sabia embalar o que eu fazia com as palavras que o mercado internacional reconhecia.
Desde então, 30 devs brasileiros fizeram a travessia comigo. A maioria não era "pronta" quando chegou — esse conceito não existe. O que existe é quem começa a treinar a passagem e quem fica esperando estar pronto.
"Eu achei que precisava virar dev 'de verdade' primeiro. Depois de 6 meses no programa percebi que já era — só não tinha nomeado direito o que eu fazia."
— M., QA de 6 anos, hoje Software Engineer em empresa americana
A jogada
Paul Morphy olhou pro mesmo tabuleiro que todo mundo e viu uma jogada que ninguém tinha visto.
O dev brasileiro hoje faz o mesmo trabalho que o dev americano. Usa as mesmas ferramentas, resolve os mesmos problemas, escreve código que roda nos mesmos servidores. A diferença no comp pode ser de 8, 10 vezes.
A jogada que você não tá vendo é a travessia. Não é mudar de área. É nomear o que você já faz com o vocabulário do mercado onde esse trabalho é mais reconhecido.
Ler sobre o método MorphyQuem cruza
O programa tem dois caminhos. Não são níveis de status — são tamanhos diferentes de ponte.
CheckPoint
Você ainda tá embalando ownership. Sabe o que faz, mas não sabe nomear o que faz com o vocabulário que o mercado internacional reconhece.
A trilha desenha o trabalho que falta — LinkedIn, GitHub, pitch, posicionamento de nível. Do início ao primeiro offer internacional.
QA, analista, dev júnior/pleno BR querendo o primeiro salto. Bootcamp grad com 1–3 anos de CLT. Inglês intermediário que precisa de trabalho.
CheckMate
Você já é sênior disfarçado. O trabalho existe, a senioridade existe — o que falta é desempacotar o que você já fez e apresentar pro mercado certo.
A trilha é mais sobre posicionamento do que sobre aprender coisa nova. Comp negotiation, escolher empresa, não ser escolhido.
5+ anos de XP real. Ownership claro de sistema, time ou decisão técnica. Inglês B2+ confortável em call.
Como funciona
O método tem quatro pilares. Não são módulos soltos — são partes de um sistema. Cada um depende do anterior pra funcionar direito.
Peças
LinkedIn que recruta, CV sem ruído ATS, GitHub com commits que mostram raciocínio, portfólio que conta o trabalho que você faz — não só o que você sabe. As suas peças no tabuleiro.
Mesa
Networking não é spam de conexão. É apresentação por referência, café com quem já está do outro lado, saber entrar numa sala antes da entrevista formal. Onde adultos sentam.
Estudo
Técnico, system design, behavioral. STAR. Não é volume cego de leetcode. É estudo com tese — saber o que o nível que você está buscando exige e treinar isso, não qualquer coisa.
Aplicação
Com tese. Mock antes da entrevista de verdade. Saber em qual empresa entrar com proposta ativa e em qual entrar fria. Não aplicar pra 300 vagas — aplicar pro alvo certo.
Onde estão hoje
Eles estão em SaaS, scale-ups, startups. Em vários países.
Devs brasileiros que cruzaram. Não era sobre esperar estar pronto. Era sobre começar a travessia.
Ver quem fez a travessiaConversa
Se isso ressoa, manda mensagem.
A primeira conversa é sobre o seu mapa — de onde você está, pra onde quer ir, o que já existe e o que falta. Não é sobre o programa.
Sem formulário de qualificação. Sem urgência. Se o momento não for agora, tudo bem também.
Conversar